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8 Dicas para nos Tornarmos Pessoas Melhores

Essas oito dicas nos ajudam a ser pessoas melhores e a criarmos um mundo melhor para nós mesmos e para as futuras gerações. Não se esqueça de também ler os posts recomendados no final e de indicá-los para quem você acha que precisa!

1. Viva de acordo com os seus valores

Essa dica inicial parece estranha, mas ela é uma das mais importantes. Existem muitas pessoas que dizem viver de acordo com um conjunto de valores, mas, quando analisamos mais de perto, isso só vale “da boca pra fora”. Para elas, “viver” de acordo com um conjunto de valores significa apenas defender esses valores e espalhá-los para outras pessoas. Porém, o mais importante é que os seus valores ditem as suas ações e as suas atitudes diante do mundo e dos outros.

Por exemplo, para um cristão ser uma pessoa melhor, basta ele ser um cristão melhor. Os valores cristãos são baseados no respeito e no amor ao próximo, e já deveriam ser suficientes para criar sociedades mais justas e igualitárias. Porém, nem todos aqueles que se dizem cristãos realmente praticam o cristianismo, achando que ser cristão se resume a ir na igreja toda semana. Mas para realmente seguir os valores cristãos ou quaisquer outros conjuntos de valores, é preciso aplicá-los no dia-a-dia e nas decisões que tomamos em nossas vidas.

2. Transforme as suas boas ações em bons hábitos

Ser uma boa pessoa não é algo especial que ocorre uma vez por mês ou uma vez na semana, como se fosse uma exceção. Praticar boas ações pontuais pode ser recompensador, mas mais importante do que isso é viver cada momento da sua rotina de forma a melhorar as rotinas das pessoas ao seu redor. Dessa forma, as boas ações não serão apenas atos pontuais, mas sim parte da sua identidade.

3. Assuma a responsabilidade pelas suas decisões

Muitas pessoas têm o hábito de jamais se responsabilizar pelas próprias ações ou pelas próprias decisões, especialmente quando elas têm consequências negativas. Porém, por mais que se vejam como meros espectadores em suas próprias vidas, elas precisam entender que as decisões mais importantes são aquelas que elas mesmas tomam. Mesmo quando elas transmitem o poder de decisão para outros, a decisão de transferir essa responsabilidade partiu delas, seja de forma ativa (pedindo para outra pessoa tomar as decisões) ou passiva (permitindo que a outra pessoa tome as decisões).

Ter o hábito de se responsabilizar pelas próprias ações é uma forma de garantir que você irá refletir e pensará nas consequências das decisões que você toma.

4. Busque informações confiáveis

Para tomarmos boas decisões, elas precisam ser baseadas em boas informações, sejam sobre nós mesmos ou sobre o mundo ao nosso redor. É por isso que é importante sabermos ir em busca de informações confiáveis, ao invés de apenas esperar recebê-las via televisão ou Whatsapp, por exemplo. Para tal, precisamos aprender a pesquisar informações de várias fontes diferentes e saber como avaliar a confiabilidade de cada uma delas. Isso inclui evitar sermos tendenciosos, ficando de olho em nossos vieses de confirmação e possíveis mentalidades fixas.

5. Enxergue o mundo sob o ponto de vista de outras pessoas

Uma forma de abrir nossos horizontes para novas possibilidades é tentando enxergar o mundo a partir dos pontos de vista de outras pessoas, especialmente se elas forem bem diferentes de nós. Isso nos ajuda não apenas a gerenciar nossos preconceitos e nosso narcisismo, mas também a vermos as situações a partir de uma visão mais geral. Cada vez que adotamos momentaneamente o ponto de vista de uma outra pessoa e o comparamos com o nosso, é como se conseguíssemos ver o mundo de uma forma um pouco mais completa.

6. Não se deixe levar pelo medo

Pelos mais diferentes motivos, o medo pode ser um sentimento bem útil em nossas vidas. Porém, quando ele limita significativamente as nossas ações ou nos deixa com níveis paralisantes de ansiedade, esse sentimento precisa ser controlado. Mas não há como simplesmente “reprimir” ou decidir não mais sentir medo. Para lidar com ele, nós precisamos entendê-lo e aplicar estratégias para gerenciá-lo.

7. Não se deixe levar pela raiva

Quando não gerenciado, o medo pode se transformar em ódio. Nós, seres humanos, temos a tendência de temer aquilo que não entendemos e de odiar aquilo que tememos. Além dos óbvios efeitos negativos que esses dois sentimentos podem trazer, eles também podem ser utilizados para nos manipular. Por exemplo, assim como nossos pais nos ensinam a ter medo das coisas que eles não querem que façamos, atores políticos podem utilizar o medo e o ódio para conquistar o apoio da população.

Por esses motivos, um dos tipos mais importantes de inteligência (e existem vários) é a inteligência emocional, também conhecida como inteligência intrapessoal. Ela corresponde a nossa capacidade de observar e entender os nossos próprios sentimentos, ao invés de simplesmente agirmos de forma impulsiva conforme cada emoção que passe pelo nosso cérebro.

8. Tente construir um mundo melhor

Por mais que várias correntes de pensamento tentem propor a construção de um mundo melhor por meio de novas organizações sociais, doutrinas econômicas ou instituições, a forma mais garantida de se fazer isso é desenvolvendo pessoas melhores. Isso não pode ser feito por meio de regras ou repressão, e muito menos sem respeitar as diferenças entre diferentes seres humanos. Ao invés de se tentar controlar o comportamento da humanidade, é preciso inspirar os cidadãos a reconhecer as próprias limitações e a querer ser a melhor versão deles mesmos.

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